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terça-feira, 29 de dezembro de 2009

"Eu descobri que as coisas que mais nos magoam podem se tornar o combustível e o estimulante para nos impulsionar em direção ao nosso destino. Elas ou te tornarão mais amargo, ou melhor."



-- T. D. Jakes

sábado, 19 de dezembro de 2009

Não Trate como Prioridade quem te Trata como Opção - Aldo Novak


Não gosto de desistir das coisas que amo e não gosto que meus clientes desistam. Por isso, ajudo-os a tentar tudo o que

puderem, e tudo o que souberem, para assumirem as rédeas de suas vidas profissionais, pessoais e emocionais.

A sua vida merece uma chance de ser especial e memorável. E isso inclui em que você se dedique para fazer a vida de alguém especial, feliz e completa. Com sorte, também significa ter alguém que faça isso por você. Não por dever, apenas, mas por ser um caminho apaixonante da realização. Mas, infelizmente, no que se refere ao relacionamento entre duas pessoas,não podemos controlar todas as variáveis, as limitantes e os resultados. Até porque os resultados envolvem diferentes percepções, desejos e níveis de comprometimento.

O amor, embora seja um verbo, antes de uma emoção, é uma daquelas áreas nas quais todos nós gostaríamos de controlar os dois lados da equação, mas só podemos controlar o nosso lado. E torcer.

Um romance, seja ele namoro, noivado, casamento ou bodas de diamante, exige que os dois queiram dar um passo em direção ao futuro todos os dias - juntos. Mesmo que seja para sofrerem juntos, desafiando os problemas. Se você é do tipo que quer casar, e continuar se comportando como solteiro, então é melhor não casar. Fique como está. Sei que o que está na
moda é a fantasia de que 'ser livre' é o melhor. Ser independente. Mas, apesar do estardalhaço que algumas revistas semanais fazem, dizendo que muitas pessoas querem ficar sós, não é a realidade que encontro com meus clientes. Para mim, eles, e elas, dizem a verdade. E a verdade é diferente daquilo que dizem para o show da mídia, ou para uma roda de amigos. Ninguém quer ficar só. As pessoas apenas vestem uma confortável imagem de que a 'liberdade' é mais vantajosa do que o compromisso, assim como dizem veementemente que jamais entrarão em um supermercado que os tratou mal - só para irem direto lá, quando tiverem que comprar algo.

Quando o silêncio das paredes internas do coração começa a ser escutado, o 'caldo entorna', e você se pega pensando em passar os próximos anos vivendo com aquela pessoa. Na medida do possível, apoio meus clientes em seus sonhos e desejos.

Mas, nem sempre. Há momentos nos quais você deve olhar bem para aquela pessoa que está tratando você apenas como uma opção, uma alternativa temporária, e deixar de ter a vida dela como sua prioridade. Algumas vezes, ser a pessoa ideal não é o bastante. Especialmente, quando o outro lado da moeda tem uma lista de prioridades enorme, e você aparece em um ingrato 256° lugar. Naturalmente, há momentos nos quais um amor não pode lhe dar atenção. E ajudo meus clientes a entenderem isso. Há altos e baixos em qualquer vida, por isso não devemos assumir o pior, apenas por um problema temporário. Mas, há também situações nas quais você precisa entender que talvez haja muito mais dentro de você do que a
outra pessoa nota ou dá valor.

Quase dois anos atrás, uma cliente tratou exclusivamente deste problema comigo. Ao final do nosso processo de trabalho, ficou claro que ela não era prioridade nenhuma para o noivo. Era apenas uma opção e um 'problema' na agenda. Depois de tentar tudo, e mais um pouco, ela rompeu o noivado. Ele teve todas as chances de abrir os olhos. Ela deixou de tratar como prioridade, aquele que a tratava como opção. Na última segunda feira, ela me telefonou e convidou para seu aniversário (é comum meus ex-clientes tornarem-se amigos). Aniversário e noivado. Com outra pessoa, claro. O engraçado da história? É que o 'ex' diz ter descoberto, tarde demais, que 'ela era a mulher da vida dele'. Flores, presentes e telefonemas não adiantaram -- minha cliente me autorizou a contar a história, sem revelar seu nome.


O que existe no coração dela, agora, são as lembranças de ter sido apenas mais um item, em uma agenda lotada. Agora o coração dela já está em outra vida. Ela tem outra prioridade. E o noivo atual a vê como prioridade também. O verbo amar, entre eles, se transformou no sentimento. Lembre-se: Não trate como prioridade quem te trata como opção. Dê todas as
chances que puder. Mas, quando não houver mais o que fazer, não faça. Pare de tentar. Você saberá quando a hora chegou.

Você saberá quando já tentou tudo. E, quando chegar este momento, olhe ao redor. Se alguém não trata você como prioridade, há quem trate. Ai pertinho de você. É só olhar com o coração.

Você merece ser prioridade de alguém. Você merece ser o rei, ou a rainha, e não o vassalo, ou vassala. O amor é um jogo de 'iguais de coração'. Não trate como prioridade quem te trata como opção. Entendeu? E você? tem tratado alguém como uma opção? Pense nisso! (e mude de atitude!)

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Num mundo de conflitos e violência diária, no qual o homem a | | cada dia se revela seu pior predador, o Natal se apresenta como um tempo de | | trégua, o armistício tão desejado num momento de guerra. Mesmo que apenas uma | | vez ao longo dos dias que compõem o ano, algumas pessoas conseguem parar e | | refletir sobre suas vidas embaladas no clima natalino de paz e fraternidade. | | | | Salomão com a sua sabedoria afirmou que tudo tem seu | | tempo. E é nesse tempo que podemos desacelerar, reduzir a velocidade dos | | nossos dias tão conturbados em busca, às vezes, de objetivos irreais e | | inalcançáveis, e fitar nossos olhos em outras paragens. No Natal devemos | | mudar de janela! É a oportunidade de enxergarmos o mundo sob uma outra | | óptica, uma outra visão, a visão de Cristo. | | | | Para nós, o Natal é a promessa renovada, a esperança | | reacendida da presença encarnada de Deus entre nós. O advento é o momento de | | espera da vinda do Salvador do mundo, aquele que transformou as estruturas e | | conceitos, aquele que mudou de forma radical a nossa percepção da vida e da | | nossa existência, um marco, um divisor de águas. Jesus deixou para todos | | nós uma mensagem indelével nos nossos corações; uma alternativa possível à | | nossa experiência de vida limitada e pobre espiritualmente. O apóstolo Paulo | | percebe a dimensão do que Deus reservou para nós e nos anima na sua carta aos | | Coríntios (2:9): | | “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem penetraram o coração do | | homem aquilo que Deus preparou para os que o amam” | | Com Cristo aprendemos que a alegria do Natal não é | | efêmera, pois a sua presença entre nós é real e constante. A alegria do | | Cristão extrapola limites do calendário e se estende no seu dia-a-dia. Não | | apenas no Natal, mas todos os dias do ano são oportunidades para exercermos a | | nossa solidariedade, esse gesto tão significativo que consolida o nosso amor | | ao próximo, e nos alegrarmos no Senhor. | | | | A mensagem do Natal pode ser traduzida em amar a Deus com | | a toda a expressão das nossas emoções e sensações sem deixar, porém, a nossa | | razão alienada e sem excluir a nossa vontade e percepção da realidade; e | | estender as nossas mãos a todos aqueles que estão excluídos e à margem da | | justiça social. O menino Jesus nasceu para todos. | | | | Feliz Natal! | | | | | | | | Rev. Teo Leite | | |

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Nunca desista de uma amizade ou de um grande amor só porque a distância os separou; seja paciente como o sol e a lua pois quando se encontram formam um dos fenómenos mais belos do universo André s.Corrêa.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

ESCALAR ÁRVORES OU SENTAR NOS RAMOS - MAX LUCADO

José estava sentado firmemente no seu galho na árvore. Este era grosso, confiável e perfeito para servir de assento. Era tão forte que não tremia com as tempestades, nem se agitava quando os ventos sopravam. Aquele ramo era previsível e sólido e José não tinha intenção de deixá-lo. Isso até que lhe ordenaram que subisse num outro ramo. Sentado a salvo em seu ramo, ele olhou para aquele que Deus queria que subisse. Jamais vira outro tão fino! "Esse não é lugar para um homem ir!" disse consigo mesmo. "Não há lugar para sentar. Não há proteção das intempéries. E como seria possível dormir pendurado nesse galhinho vacilante?" Ele recuou um pouco, apoiou-se no tronco e pensou na situação. O bom senso lhe dizia que não subisse no galho. "Concebido pelo Espírito Santo? Pense bem!" A autodefesa lhe dizia para não fazer isso. "Quem vai acreditar em .mim? O que nossas famílias vão pensar?" A conveniência o aconselhava a não fazê-lo. "Bem quando eu esperava estabelecer-me e criar uma família." O orgulho lhe recomendava o mesmo. "Se ela pensa que vou acreditar numa história dessas..." Mas Deus lhe dissera para fazer isso, sendo essa a sua preocupação. A idéia o aborrecia porque estava feliz na situação presente. A vida perto do tronco era boa. O seu ramo era suficientemente grande para permitir que ficasse confortável. Ele estava próximo a inúmeros outros sentadores em galhos fizera algumas contribuições válidas para a comunidade de árvores. Afinal de contas, não visitava regularmente os doentes no Centro Médico do Ramo Norte? Não era ele também o melhor tenor no Coral do Arvoredo? E o que dizer da aula que dava sobre herança religiosa, com o título apropriado de "Nossa Arvore Genealógica"? Deus certamente não ia querer que deixasse tudo isso. Ele tinha... bem, poderia ter dito que tinha raízes no lugar. Além disso ele conhecia o tipo de sujeito que se atira a uma aventura sozinho. Radical. Extremista. Liberal. Sempre se excedendo. Sempre agitando as folhas. Sujeitos com a cabeça cheia de idéias estranhas, procurando frutas estranhas. Os que são estáveis são aqueles que sabem como ficar perto de casa e deixar as coisas correrem. Acho que alguns de vocês compreendem José. Sabem como ele se sente, não é? Já estiveram ali. Você sorri porque já foi também chamado para arriscar-se e subir em outro galho. Conhece o desequilíbrio gerado quando tenta manter um pé na sua própria vontade e outro na dele. Você também enfiou as unhas na casca da árvore para segurar-se melhor. Você conhece muito bem as borboletas que voam na boca de seu estômago quando percebe que há mudanças no ar. Talvez mudanças estejam justamente no ar agora. Talvez você esteja em meio a uma decisão. É difícil, não é mesmo? Você gosta do seu ramo. Acostumou-se com ele e ele com você. Da mesma forma que José, você aprendeu a sentar. Você ouve então o chamado. "Preciso que suba em outro ramo e ... tome uma posição. Algumas das igrejas locais estão organizando uma campanha anti-pornografia. Elas precisam de voluntários” ... mude. Pegue sua família e se mude para o exterior, tenho um trabalho especial para você" ... perdoe. Não importa quem feriu quem primeiro. O que importa é que você construa a ponte." ... evangelize. Aquela família da mesma rua? Eles não conhecem ninguém na cidade. Vá falar com eles." .… sacrifique. O orfanato tem uma hipoteca que vai vencer este mês. Eles não podem pagá-la. Lembra-se do abono que recebeu na semana passada?" Qualquer que seja a natureza do chamado, as conseqüências são as mesmas: guerra civil. Embora seu coração possa dizer sim, seus pés dizem não. As desculpas surgem como folhas douradas quando sopra um vento de outono. "Essa não é a minha área." "É hora de outro tomar a responsabilidade." "Não agora. Faço isso amanhã". Mas eventualmente você acaba contemplando uma árvore nua e uma escolha difícil: A vontade dEle ou a sua? José escolheu a dEle. Afinal de contas, era realmente a única opção. José sabia que a única coisa pior do que uma aventura no desconhecido era a idéia de negar seu Mestre. Resoluto então, ele agarrou o ramo menor. Com os lábios apertados e um olhar decidido, colocou uma mão na frente da outra até que ficou balançando no ar com apenas a sua fé em Deus como uma rede protetora. Conforme o desenrolar dos acontecimentos, os temores de José foram justificados. A vida não se mostrou mais tão confortável quanto antes. O galho que agarrou era de fato bem fino: o Messias deveria nascer de Maria e ser criado em sua casa. Ele tomou banhos frios durante nove meses para que o nenê pudesse nascer de uma virgem. Ele teve de empurrar as ovelhas e limpar o chão sujo para que sua mulher tivesse um lugar para dar à luz. Ele se tornou um fugitivo da lei. Passou dois anos tentando aprender egípcio. Houve ocasiões em que esse ramo deve ter balançado furiosamente ao sabor do vento. Mas José apenas fechou os olhos e continuou firme. Você pode estar, no entanto, certo de uma coisa. Ele jamais se arrependeu. A recompensa de sua coragem foi doce. Um só olhar para a face celestial daquela criança e ele teria feito tudo de novo num momento. Você já foi chamado a aventurar-se por Deus? Fique certo de que não vai ser fácil. Subir em galhos nunca foi fácil. Pergunte a José. Ou, melhor ainda, pergunte a Jesus. Ele sabe melhor do que ninguém quanto custa ser pendurado num madeiro.

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