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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Tá namorando? - ByIvaniapsi

SUA VIDA NUNCA estará boa para o outro... O IMPORTANTE É QUE ESTEJA BOA PARA VC! (byivaniapsi)
E aos namorados: VÃO NOIVAR QUANDO?
E aos noivos: E O CASAMENTO SAI OU NAO?
E aos recém casados: QUANDO TERÃO O BB?
E aos que tem um bb: QUANDO TERÃO O IRMÃOZINHO
E aos com problema no casamento: QUANDO VC VAI DEIXAR ELE (A)
E aos divorciados: QUANDO VAI CASAR DE NOVO?
E aos casados com 3 filhos: NÃO SEI COMO ELE (A) AGUENTA ELA (A)
kkkkkk
CONCLUSÃO: SUA VIDA NUNCA estará boa para o outro... O IMPORTANTE É QUE ESTEJA BOA PARA VC! (byivaniapsi)
#felizfestaemfamília

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

16 dicas de como entreter as crianças - Lu Martinez

Com as crianças em casa, haja imaginação para inventar brincadeiras e tarefas para preencher os dias que normalmente são cheio de horários e regras definidos. Com meus filhos, nada de ficar o dia todo no videogame, nem na frente da televisão e do computador. Para cada um deles, estipulo um tempo de duração, onde as crianças podem sugerir e/ou escolher o melhor horário. Criança precisa, além da tecnologia, brincar como criança, gastar energia, fazer exercícios físicos e exercitar muito a criatividade e imaginação.
Por isso, aqui vão algumas dicas para o tempo dos pequenos ser preenchido adequadamente, com todo bom senso e desenvoltura:
1) Regras sim, mas nem tanto: horários disciplinados e regras para bagunças e guloseimas podem ser menos rígidas nesta época. Dormir e relaxar um pouco mais pela manhã é sadio também. Embora organizar seja preciso, a primeira regra é relaxar com os horários e permitir que a preguiça se aconchegue. Tudo pode e deve ficar diferente, ser uma pausa na rotina dentro de casa, mas com imaginação. A ordem é que sejam dias que fujam do normal. Afinal, são férias e não importa onde aconteçam! Elas existem para que as crianças se divirtam. Em casa ou não, que as férias do seu filho sejam uma folguinha gostosa e bem diferente!
2) Passeio turístico pela sua cidade: é incrível como não fazemos isso na nossa própria cidade!
3) Pôr-do-sol: Se você mora numa cidade à beira-mar, no campo ou numa região montanhosa, no fim de semana não perca a oportunidade de levar seus filhos para curtir o entardecer. Aproveite para conversar, saber mais do dia a dia do seu filho, de seus medos e anseios, das suas alegrias, do que ele gosta…você ficará surpresa sobre como não conhecemos eles tão profundamente quanto pensamos.
4) Piquenique: Normalmente, o primeiro lugar que as crianças escolhem para comer é…aquele amarelo e vermelho, rs. Mas que tal trocarem o fast food por um piquenique? Pode ser em uma praça perto de casa, um parque, ou até num lugar mais afastado, bonito e bem frequentado. Para isso, prepare uma bela cesta com tudo o que os pequenos gostam de comer e beber, e lembre-se de levar pratos, copos, talheres, guardanapos descartáveis e um saco de lixo bem grande.
5) Cinema + Pipoca + Guaraná: um belo filme ou desenho animado em 3D é sempre uma festa. Se na sua cidade não há sala de cinema, que tal alugar um DVD?  Nas férias, a programação infantil das salas de cinema são bem recheadas.
6) Cultive uma horta em casa: as crianças adoram mexer na terra, pedrinhas, pazinhas e rastelinhos….além de saudável, ter vasinhos ou canteiros de ervas frescas a qualquer hora é uma delícia! Os pequenos ficarão surpresos ao perceber que de dentro de uma pequenina semente brota vida, beleza e alimento.
7) Caravana Cultural: Para os filhos pequenos, filmes e teatros. Para os jovens, escolham em conjunto um espetáculo que agrade a todos: pode ser um show, um musical, uma comédia. Seja qual for a escolha, faça companhia a eles. Conversar sobre o que vão assistir é uma ótima forma de estimular a curiosidade e aumentar o conhecimento dos filhos.
8) Cultura em casa: se estiver chovendo, monte a sua própria programação em casa! Pense na possibilidade de ensinar algum tipo de artesanato, pintura, levar as crianças para a cozinha para preparar um bolo simples, brigadeiro para comer de colher… uma outra ideia é montar uma peça de teatro com todos da família, com direito a figurino e tudo! Estimular a criatividade através de brincadeiras e teatros é uma fonte ríquissima de prazer e aprendizagem. Passar conceitos como “bom dia”, “obrigada” e “por favor” é bem fácil nessas mirabolantes fantasias de atuar.
9) Hora da saudade: Aproveite os filhos reunidos para rever filmes de viagens que vocês fizeram juntos; revejam álbuns antigos fotografias, registrem os momentos importantes da vida familiar. Que tal promover uma exposição na sala de casa após o almoço?
10) Leitura: No fim da tarde, depois do almoço, leia histórias para seus filhos darem aquela descansada, aquele soninho da tarde que toda escola integral tem. Se eles já forem grandes, conte uma passagem da sua própria história.
11) Dia do contrário: Ideal para crianças até 10 anos. Nesse dia, pais e filhos invertem seus papéis. Escolher o que vestir, restaurante onde ir e o que irão comer é tarefa dos filhos. Os pais apenas obedecem às ordens. É uma maneira de ver como os filhos vêem a relação.
12) Internet que integra: se a família toda se reunir em volta do computador, num sábado à tarde, por exemplo, é possível encontrar assuntos que interessem a todos. Fazer pesquisas sobre um tema também é uma boa pedida (meus filhos adoram dinossauros e astrologia!). Ouça as sugestões deles  e aproveite para inserir conceitos básicos sobre os perigos e benefícios da internet.
13) Inseridos no planeta terra: pegar um mapa mundi e desvendar o mundo através dele é bem divertido. Além dos pequenos aprenderem sobre os oceanos, países, principais capitais, continentes, ou seja, sobre geografia, também podem combinar a próxima viagem de férias, quem sabe?
14) Karaokê: É, sem dúvida, uma ótima opção para aproximar pais e filhos, soltar a voz, aprender letras de músicas e muitos ritmos diferentes.
15) Brincar de esconde-esconde dentro de casa: é um barato quando encontramos nossos pequenos enfiados nos cantinhos mais impossíveis da casa!
16) Lanterna: a noite, após o jantar, todos no quarto reunidos, porta fechada e luz apagada, lanterna na mão e….muitas figuras na parede !!! Imaginação, risadas e brincadeiras criativas surgem com a escuridão e um foco só de luz.
Bem, acho que essas dicas já podem consumir 16 dias das férias
Boas férias!
*Escritora de livros infantis, Lu Martinez é empresária e economista, com especialização em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing, em Administração pela Fundação Getúlio Vargas e Capacitação Gerencial pela Fundação Instituto de Administração – USP.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

VALORIZE-SE - Por Mariana Teodoro


Autoestima é chave para o sucesso na vida


 “Se você não valorizar a si mesmo, quem vai te valorizar?”. Embora pareça clichê de novela, esse conselho expressa a pura realidade: a pessoa com autoestima elevada consegue ter mais sucesso nos seus relacionamentos pessoais e profissionais.

E gostar de si mesmo não tem nada a ver com beleza ou bens materiais. Segundo a psicóloga Luzia Winandy, a autoestima é resultado de uma avaliação que o indivíduo faz de si a partir das suas experiências, crenças, pensamentos e sentimentos. “Se neste “balanço” ele faz um julgamento positivo da própria vida, é porque ele se gosta. E esse amor-próprio é capaz de fazer com que ele atraia tudo o que deseja”.


Para a especialista, as conquistas do indivíduo que se valoriza são maiores também porque ele vive sem medo de errar e sem receio de julgamentos alheios. “A pessoa confiante acredita em suas capacidades, arrisca mais e, desse modo, vive com mais liberdade. Quem não gosta de estar ao lado de alguém assim?”.


Pessoas com amor-próprio ainda conseguem superar desequilíbrios emocionais com mais facilidade. “Aquele que se valoriza, após passar por um conflito ou perda significativa, se abala, sofre, mas retoma a vida sem se culpar ou acusar o mundo de estar contra ele”, afirma.


Já para quem tem baixa autoestima, o restabelecimento psíquico, depois de viver uma dificuldade, é árduo e demorado, o que pode levar a transtornos mais sérios, como a depressão “Nesses casos, o julgamento por si fica afetado. Numa perda amorosa, por exemplo, a pessoa fica num estado de melancolia e se culpa pelo acontecimento. E no trabalho, ele se acusa por determinado problema sem avaliar a situação como um todo”, explica.


Caso a sua autoestima não esteja muito alta, a especialista tem algumas dicas para mudar esse quadro: “É fundamental aprender a não se depreciar pelos resultados negativos e frustrantes ao longo da vida, mas considerar, principalmente, o que está indo bem. Mais importante ainda é se aceitar como é, com todas as qualidades e, principalmente, com os defeitos. Parar de ter a ilusão que o outro é sempre melhor e tem uma vida mais interessante é outra atitude essencial”.


Por Mariana Teodoro

Fonte: https://www.facebook.com/orgone.psicologia?hc_location=stream
 

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Sobre estar sozinho - Flavio Gikovate

Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.
O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
 

A ideia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século.
O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos.
 

Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características para se amalgamar ao projeto masculino.
A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo e assim por diante. Uma ideia prática de sobrevivência e pouco romântica por sinal.


A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade pelo amor de desejo.
Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.
Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas.
Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.
O homem é um animal que vai mudando o mundo e depois tem de ir se reciclando para se adaptar ao mundo que fabricou.
Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo.
O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral.
A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado.
Visa a aproximação de dois inteiros e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade.
Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.
 

A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa.
As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem.
Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.
Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.
Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo e não a partir do outro.
Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.
Por Flavio Gikovate

sábado, 21 de setembro de 2013

Que venha um sonho novo...

Com o tempo, você analisa que abrir mão de algo muito importante, só se faz 
quando se tem um motivo maior que esse algo...

.... seja um propósito, uma crença, um valor íntimo, uma obstinação qualquer que te oriente para essa escolha que já se sabia tão dolorosa. É um sacrifício voluntário por algo mais pleno, mais grandioso em Beleza. E, nestas análises, você descobre outras perdas que são positivas: perde-se também a ansiedade, a insegurança e a ilusão. E você aprende a recomeçar agradecendo por vitórias tão pequenininhas… Como quando é noite e antes de dormir você se enche de gratidão: Deus, obrigada, porque é noite e eu tenho o sono… Que venha um sonho novo, então."

(Marla de Queiroz).

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Passivo? Assertivo? Agressivo?

O que é assertividade

Nossa conversa deve começar pelo entendimento da palavra assertividade. Segundo o dicionário, assertivo é “aquele que declara algo, positivo ou negativo, afirmação que é feita com muita segurança, em cujo teor acredita profundamente”. Assertividade vem de "asserto" que significa afirmação categórica.
Mas, veja bem, afirmar não é acertar! A pessoa assertiva não é aquela que acerta o tempo todo, é aquela que sabe se firmar.
É saber dizer “sim” quando quer dizer “sim” e, principalmente dizer “não”, quando quer dizer “não”.
Já percebeu quanto a assertividade está fazendo falta hoje?
Na verdade existem 4 tipos de comportamentos: o passivo, o agressivo, o passivo/agressivo e o assertivo.

Passivo

Passivo é aquele que engole desaforo. Ele não quer desagradar o outro então foge de conflitos. Se alguém entrar à frente dele na fila, fica torcendo para que a pessoa saia por si só, sem precisar pedir. Deixa que se aproveitem dele. Tem um colega no trabalho que tem o mesmo nível hierárquico, mas o tal colega teima em dar ordens e o cara que é passivo obedece. Ele costuma usar as frases: “Não quero incomodar. Não vou tomar seu tempo“. Tem a postura encolhida. Culpa a si próprio por tudo, precisa de aprovação, cede facilmente. Até é simpático mas, cá pra nós, é uma simpatia que causa muita angustia interna.

Agressivo

O segundo tipo de comportamento é o agressivo. Esse todo mundo conhece. Ele não pensa duas vezes pra levantar o dedo na cara do outro, pois tem necessidade de dominar. Ele menospreza e deprecia o outro. Furou a fila na frente dele, ele dá um grito que parece que mataram alguém. Se o colega pede pra ele fazer alguma coisa, ele já manda o colega para aquele lugar. É autoritário, intolerante, dono da verdade.

Passivo / Agressivo

Agora, o tipo mais curioso. Esse é aquele que consegue ser agressivo na “maciota”. Ele usa a ironia. Ele te agride contado uma piadinha. Ele te irrita, mas diz “só estou brincando”. Esse é aquele que vira para você e fala assim: “Nossa, tô vendo que suas férias foram mesmo muito boas, só que a geladeira não tirou férias”. Esse é o jeitinho “simpático” e passivo/agressivo de te chamar de gordo na sua cara. É o tipo de pessoa que não olha muito pra você, vira os olhos, é lacônico, dá indiretas, é sarcástico. E nem percebe que é manipulador. Faz chantagem emocional, distorce as palavras do outro.

Assertivo

Por fim, o comportamento mais adequado é o assertivo. Esse é aquele que quando lhe furam a fila   consegue se posicionar e falar com a pessoa com toda tranqüilidade e elegância. É aquele que sabe negociar. É transparente pra falar e sabe ouvir. Sabe ouvir criticas sem partir para o ataque pessoal. Tem a postura segura e comedida. Trata as pessoas com respeito. Aceita acordos. Vai direto ao ponto sem ser áspero.
Não digo que as pessoas tenham só um tipo de comportamento. Muitas vezes você foi agressivo com o colega de trabalho, mas acabou sendo passivo em casa. Mas essa flexibilidade só indica que é possível mudar um comportamento que não está valendo a pena. Ou seja, podemos desenvolver assertividade.
Não desenvolver assertividade acaba provocando o pior: você não consegue se sair bem em situações importantes, isso joga sua auto-estima lá para baixo. A baixa auto-estima gera outro comportamento inadequado, que gera reação negativa nas outras pessoas, que gera uma auto depreciação e novamente o comportamento inadequado. Ou seja, não acaba nunca! O comportamento não assertivo é uma bola de neve que se retroalimenta.

Porque é desejável ser assertivo?

Quanto mais assertivo você for, melhor vai lidar com os confrontos, terá menos estresse, mais confiança em você mesmo, saberá agir com mais tato, melhorará sua credibilidade, saberá lidar com as tentativas de manipulação, chantagem emocional, bajulação etc. Enfim, vai se sentir melhor e contribuir para que os outros também se sintam melhor.

Como aprender assertividade?

Uma dica importante é mudar o DIÁLOGO INTERIOR, de negativo para positivo. Aprender a monitorar sua conversa interna.
A outra dica é desenvolver a AUTOESTIMA. Descobrir que você merece respeito, descobrir seu valor como ser humano.
Estas novas atitudes podem ser desenvolvidas por meio de técnicas que vêm sendo elaboradas por psicólogos pesquisadores e a gente aplica em consultório, na terapia.
Na clínica, o psicólogo trabalho muito com isso. Recebemos muitas queixas de pessoas que vem para a terapia porque estão se sentindo pra baixo, não conseguem se colocar para o marido, ele sai com os amigos toda santa semana e ela lá em casa se sentindo uma boba.
Um tipo de caso que recebo muito é a pessoa que ficou responsável em cuidar dos pais idosos, mesmo tendo vários outros irmãos toda família achou muito confortável jogar tudo nas costas de um coitado só. Permitir que isso aconteça é falta de assertividade.
Você percebe a falta de assertividade em frases como “Não posso reagir mal quando alguém faz uma brincadeira comigo, porque vou perder o amigo”.
Outros consideram que não tem o direito de tomar o tempo valioso do outro. O tempo do outro sempre mais valioso que o seu, então fala até mais rápido para que o outro não perca tempo. Cede sua vez, mesmo quando tem direito. Tudo isso é falta de assertividade.
Como também a pessoa que acha que não deve incomodar os outros pedindo alguma coisa. A pessoa que acha que não se deve nunca entrar em conflito com os outros, mesmo quando têm razão. Tudo isso é falta de assertividade, porque muitas vezes, se você não se coloca, o outro ocupa um espaço maior do que lhe é devido, ou seja, as pessoas montam mesmo.

Você é assertivo?

Pense em você, em quantas vezes não engoliu sapos porque não disse o que deveria ter dito. Quantas vezes você fez coisas que te prejudicaram porque não conseguiu dizer “não”.
O mais importante é pensar agora sobre esse assunto e finalmente aprender a ser assertivo para ter mais da famosa inteligência emocional, mas principalmente para conseguir ter relacionamentos mais autênticos, tanto na vida pessoal como na profissional. E a única forma de ser feliz é você conseguindo ser você mesmo.
Um ponto extremamente importante,dentro do processo de aprender a ser mais assertivo é a empatia, ou seja, aceitar o outro. Você só vai conseguir ser assertivo se aceitar a assertividade do outro. Se você ficar melindrado e achar que o outro é grosso toda vez que ele for assertivo você vai limitar seu crescimento. Você só vai expressar a sua própria incompetência. Pense bem nisso!

Comunicação assertiva

A comunicação assertiva é transparente, honesta, objetiva e de mão dupla. Ou seja, o assertivo também aceita quando o outro é assertivo com ele, quando dizem as coisas de forma clara e objetiva.
Não gostaram do seu trabalho, não se sinta melindrado se falam sobre isso contigo, aceite. Mesmo porque não é saudável ter a pretensão de ser perfeito, você sabe que a vida é um eterno aprendizado, então agradeça a critica e corra para não errar mais. Ou, se a critica não proceder, saiba como não ouvir. Isso mesmo! Porque a gente precisa ouvir todo mundo? Os outros também erram.
Um exemplo do que é ser assertivo: Você chega ao seu prédio e encontra um carro estacionado na frente de sua vaga. O que você faz? Fica lá esperando até alguém aparecer? Se fizer isso você foi passivo. Ou você tira o zelador da cama e arma o maior barraco? Se fizer isso você foi agressivo. Então como é ser assertivo? E chamar o proprietário do carro e dizer: “Imagino que você deva ter alguma razão para colocar seu carro justamente na frente do meu. Mas não considero justo você impedir minha saída. Por gentileza, gostaria que você manobrasse seu carro para que eu possa sair”.
Assertividade é um direito
É claro que assertividade é um direito, não uma obrigação. É um direito que te dá uma série de vantagens. Mas você tem também o direito de não ser assertivo. Vamos dizer que você sabe que o vizinho deixou o carro dele na frente do seu porque ele foi demitido e chegou em casa arrasado e nem sabia mais o que estava fazendo. Por mais que ele esteja errado, talvez seja mais interessante você não criar mais problemas na vida dessa pessoa e aí você pode decidir, conscientemente, deixar essa pra lá. Assim, tudo bem, porque foi uma opção sua. Você pensou e decidiu não entrar na briga, fez com consciência. Está ótimo. Prejudicial   é quando você não é assertivo por medo. Assertividade está diretamente relacionada ao medo. Medo de não ser aceito, medo do outro. Medo de ser atacado. Medo de se expor. Medo de passar ridículo.

Passos para aprender assertividade

-Saber o que quer e aonde quer chegar.
-Se você não sabe aonde quer chegar, vai acabar chegando onde não quer. Seja claro com você mesmo, seja firme, direto e seguro. Mas, como saber o que quer? Uma boa dica é se conhecendo, conhecer seus sentimentos, pensamentos, seus desejos, identificando quais são os seus valores.
-Partir de um pensamento positivo.
-Se você tiver expectativas altas, os resultados também vão ser altos. Mas com expectativas pequenininhas você vai conseguir isso mesmo e vai se frustrar por receber tão pouco da vida.
-Ser proativo.
-Ser proativo é observar com antecedência quais os possíveis problemas que possam aparecer. Você pode planejar e não permitir que esses problemas apareçam.
Resumindo: uma pessoa que sabe o que quer, acredita na sua capacidade e age proativamente, assume a responsabilidade por sua própria vida e está pronta pra se tornar uma pessoa assertiva.
Quer uma mãozinha em seu processo de auto aprimoramento? Conte com um psicólogo
 
Fonte: http://www.marisapsicologa.com.br

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Amanhã??? - A Procrastinação ou a Mania de Adiar - Tina Maule

"A palavra é um tanto complicada, mas complicada mesmo é fazer uso dela. Procrastinar, é o costume de estar sempre protelando, adiando suas tarefas, seus afazeres, compromissos, suas questões. Enfim, é a mania de 'deixar tudo para depois', só que esse depois transforma-se em dias, meses e às vezes nunca acontece, principalmente se tiver alguém que vá fazer por ele.

Atrás da procrastinação está a preguiça física ou mental, o comodismo, deixar a tarefa para outros, o medo da crítica, o medo de errar ao tomar decisões, ou o medo de enfrentar a outros. Acredito até que existam muitos mais motivos ocultos para uma pessoa saber que tem que fazer algo e ir sempre adiando, para seu próprio prejuízo.


A procrastinação pode tornar-se doentia com o passar do tempo. Não estou me referindo ao comportamento em si, mas o que vem embutido no comportamento, que é a reação emocional do sujeito. Como o sujeito fica paralisado, engessado, não ata e nem desata, criou-se um comportamento neurótico, que é a parte doentia que falei acima.

Veja, não estou afirmando que não se pode adiar compromissos. Não se trata disso. Muitas vezes é até sensato que alguns compromissos devam ser adiados por motivos até óbvios. Mas a procrastinação vira um transtorno quando a pessoa está sempre usando-a como uma fuga para não estar completamente inserida no seu contexto de vida, quando não vive sua realidade presente.

Viver com alguém que sempre está protelando seus compromissos, seu afazeres até domésticos, essas coisinhas insignificantes mas que atrapalham a vida do outro, é bastante cansativo. O protelador é conhecido de seus familiares, amigos e colegas. Ele acaba perdendo a credibilidade e afastando as pessoas de si quanto a qualquer parceria.


O procrastinador é uma pessoa sonhadora, que fantasia as coisas. Quando se fica somente no 'desejar', 'no esperar', criou-se um movimento de evitação e de fuga quanto a tarefas que é preciso realizar, porque são importantes na vida do sujeito. É como se ele esperasse que 'algo caísse do céu' e resolvesse tudo.

Quando o hábito foi formado, o procrastinador adia as mínimas coisas, como dar a comida para o cachorro na hora certa, guardar uma roupa, fechar o carro, pôr o alarme, fechar os vidros, a porta da casa ...não porque não queira fazer, mas porque formou-se o hábito. E ele sempre terá uma justificativa para o adiamento: agora estou ocupado, não tenho pressa, por quê pressa?, vou fazer quando achar que devo, não é urgente, preciso ter a certeza que é preciso....e assim por diante.

* O protelador não é feliz com esse tipo de comportamento. Ele também sofre em ter que adiar seus compromissos ou as coisas que ele quer fazer, porque sabe que é melhor para ele. Esse tipo de comportamento neurótico também judia do prcastinador, porque têm sempre pendências pesando sobre sua cabeça. A cada dia vão-se somando ítens sobre ítens de coisas a serem resolvidas e ele fica imobilizado, sem ação. No próximo texto falarei sobre como funciona esse adiamento na cabeça do protelador. Beijo grande
Com afeto
TinaMaule



Jogar com dor - NAD, Min. RBC

O jogador do Hall da Fama de beisebol Gary Carter era cristão. Durante sua carreira de 19 anos, teve força e perseverança para competir dia após dia graças à sua fé em Deus. O escritor Andrew Klavan contou num artigo de um famoso jornal, logo após a morte do jogador aos 57 anos, por um câncer no cérebro, como Carter havia influenciado sua vida. 

No fim da década de 1980, Klavan havia chegado ao fundo do poço. Pensava constantemente em suicídio. Foi quando ouviu uma entrevista que Carter concedeu após um jogo. Seu time tinha vencido e Carter colaborou, correndo o máximo que pôde num momento crítico do jogo. Perguntaram-lhe como conseguiu correr daquela maneira com os joelhos doloridos, e Klavan o ouviu dizer algo do tipo: “Às vezes você precisa jogar com dor.” Essa afirmação simples retirou Klavan de sua depressão. “Eu consigo fazer isso!”, ele declarou. Encorajado, encontrou esperança — e mais tarde passou a crer em Cristo. 

A verdade consoladora por trás da afirmação de Carter vem do livro de Lamentações. Podemos enfrentar tristeza, dor e dificuldade, mas não temos que afundar em autopiedade. O mesmo Deus que permite nosso sofrimento também nos rega com Sua compaixão (Lamentações 3:32). Com o amor de Deus nos erguendo, podemos — se for necessário — “jogar com dor”.
—DCE


Ou Deus lhe privará do sofrimento ou lhe dará graça para suportá-lo.
Leitura: Lamentações 3:1-3; 25-33
…pois, ainda que entristeça a alguém, usará de compaixão… —Lamentações 3:32 

quinta-feira, 13 de junho de 2013

VOCÊ NÃO CONSEGUE TERMINAR O QUE COMEÇA? - Alvo Conhecimento

Não se assuste! Você não está sozinho nessa…  Há uma solução.
O primeiro fator é identificar se você realmente sofre disso, mas como? Comece a avaliar suas últimas ações: o que tem feito nos últimos dois anos? Como: projetos não finalizados, planos não concretizados (aqueles que fazemos anualmente), promessas não cumpridas, ter a sensação de estar vivendo um sonho (essa é a mais séria e difícil de identificar) etc. Pense por um tempo e tente se organizar nessa tarefa, se precisar vá escrevendo suas lembranças. Ao começar a fazer isso, perceba sua sensação de responsabilidade vindo à tona, mas ao mesmo tempo uma sensação de surpresa por lembrar algumas situações não finalizadas que já estavam escondidas em seu subconsciente.
Recomendo sua leitura aqui, pois estes são fatores bem fortes que podem levar você a criar barreiras para concluir projetos. Estamos falando em afetar (e muito) no seu comportamento diário, principalmente na sua área profissional, na qual se dedica maior parte de seu tempo.

Além disso, há três áreas que gostaria de focar rapidamente: ANSIEDADE, EMPOLGAÇÃO E FORÇA DE VONTADE.
ANSIEDADE
A ligação da ansiedade com seus projetos inacabados é o ato do ser humano em jogar uma carga negativa na realização de uma tarefa. Você então se torna ansioso por alguma coisa. Não devemos generalizar, não são todos os projetos inacabados frutos de uma ansiedade mal administrada.É como se algo já estivesse em sua mente esperando que fosse colocado para fora, mas até então não houve força suficiente para se tornar realidade.
Práticas que podem ajudar na ansiedade: exercícios diários, menos cafeína, e no momento da crise, tenha consciência de onde está e do que está fazendo neste lugar, concentre-se.
Esse ainda não é o fator principal, então nos deparamos com a…
EMPOLGAÇÃO
Vamos falar aqui da empolgação explosiva. Eu geralmente costumo falar que a empolgação é inimiga do homem, apenas uma opinião própria. Na prática a empolgação é um ato momentâneo que impulsiona a iniciarmos algo. É como um sopro, mas logo se acaba por falta de fôlego. Tenho a plena convicção que a empolgação não me serve. Quando dizemos: “Estou empolgado em fazer isso!” Estamos nada mais que dizendo que “agora eu quero fazer isso, mas não tenho certeza se vou continuar”.
Misture isso com a “aquela” ansiedade (comentada logo acima), nossa mente vira uma salada. Para sair disso… Bom, deixemos para o final.
Uma forma de avaliar se tudo foi um mero surto de empolgação é engavetar a idéia (quando possível) e voltar a pensar no assunto somente dois, três dias depois ou até mesmo uma semana. Se você novamente se sentir animado e encorajado, vá fundo e programe-se nessa nova tarefa.

Não se torne vítima de uma empolgação explosiva, isso vai lhe causar grandes decepções, acredite!
E por fim a…
FORÇA DE VONTADE
Nesse contexto, o que faz você parar de fazer o que está fazendo é a mudança repentina de desejo em realizar outra tarefa. Podemos dizer que esse desejo por outra tarefa é resultado de uma empolgação explosiva inicial. Nesse exato momento você precisa de uma dose extra de consciência de que o término da atual tarefa é muito mais importante do que o inicio de outra.
Lembre-se que aqui estamos num contexto específico, pois existem muitos fatores que podem nos conduzir a parar o que estamos fazendo, não é mesmo? Às vezes pode ser necessário.
Não adianta tentarmos trabalhar nossa ansiedade e nossa empolgação se não conseguimos nos motivar a realizar nossas responsabilidades. A auto motivação é uma arma extraordinária para vencermos o problema de deixar situações inacabadas. Cada um de nós precisa de uma dose particular de motivação para concretizarmos nossos projetos. A fonte de energia para fazer girar essas engrenagens em nossa mente é diferente para cada indivíduo. Descubra como se auto motivar.
Fonte: Alvo Conhecimento


terça-feira, 4 de junho de 2013

APAIXONAR-SE POR SI MESMO! - MARTA MEDEIROS

E então, viver e não ter a vergonha de ser feliz ….
“Hoje é o momento ideal pra falar de sacanagem. Mas nada de ménage à trois, sexo selvagem e práticas perversas, sinto muito desiludi-lo. Pretendo, sim, é falar das sacanagens que fizeram com a gente.
Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos. Não contaram pra nós que amor não é acionado nem chega com hora marcada.
Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.
Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada “dois em um”, duas pessoas pensando igual, agindo igual, que isso era que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável.
Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos. Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto.
Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto.


 Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade.
Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas.
Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo prá gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém.”
por Marta Medeiros


Fonte: Orgone Psicologia Clínica.

terça-feira, 14 de maio de 2013

BIOGRAFIA QUE VALE A PENA: Albert Schweitzer

É um homem grande, 1,90 m de altura;
obviamente, um homem forte. Seus cabelos castanhosjá estão grisalhos. E tem um grande bigode. Seus olhos profundos são azuis e bondosos. E o seu piscar revela humor. Um veadinho se esfrega nele pedindo carinho e
sua mão grande deixa a caneta sobre a mesa e
delicadamente agrada o bichinho...

Nasceu em 1875, numa aldeia da Alsácia, filho de
um pastor protestante. Desde muito cedo ficou claro que
ele era diferente. Sua sensibilidade para a música
chegava à dor. 
Ele mesmo conta que, na primeira vez
em que ouviu duas vozes cantando em dueto - ele era
muito pequeno ainda -, teve de se encostar na parede
para não cair. Em outra ocasião, ouvindo pela primeira
vez um conjunto de metais, ele quase desmaiou por
excesso de prazer. 

Com cinco anos começou a tocar
piano. Mas logo se apaixonou pelo órgão de tubos da
igreja na qual o seu pai era pastor. Aos nove anos já era
o organista oficial da igreja, e tocava para os serviços religiosos.

Sentimento amoroso idêntico lhe provocavam os
animais. Ele relata que, mesmo antes de ir para a
escola, lhe era incompreensível o fato de que nas
orações da noite que sua mãe orava com ele apenas os
seres humanos fossem mencionados.
Assim, quando minha mãe terminava as orações e
me beijava, eu orava silenciosamente uma oração que
compus para todas as criaturas vivas: "Oh, Pai celeste,
protege e abençoa todas as coisas que vivem; guarda-
as do mal e faz com que elas repousem em paz." 
O nome desse jovem era Albert Schweitzer.
Doutorou-se em música, tornou-se o maior intérprete de
Bach da Europa, dando concertos continuamente.
Doutorou-se em teologia e escreveu um dos mais
importantes livros de teologia deste século. Doutorou-se
também em filosofia, e era professor na universidade de
Estrasburgo, sendo também pastor e pregador.
Schweitzer tinha tudo aquilo que uma pessoa
normal poderia desejar. Ele era reconhecido por todos.
Mas havia uma frase de Jesus que o seguia sempre: "A
quem muito se lhe deu, muito se lhe pedirá." E, aos
vinte anos, ele fez um trato com Deus. Até os trinta anos
ele iria fazer tudo aquilo que lhe dava prazer: daria
concertos, falaria sobre literatura, sobre teologia, sobre
filosofia. 
Aos trinta anos ele iniciaria um novo caminho.
E foi o que ele fez. Aos trinta anos entrou para a escola
de medicina, doutorou-se, e mudou-se para a África,
para tratar de uns pobres homens atacados pelas
doenças e abandonados. E lá passou o resto de sua
vida.
É preciso entender que Schweitzer não era só um
médico curando doentes. Ele não se conformaria com
isso. 
Dentro dele viviam a música, a filosofia, o
misticismo, a ética. Schweitzer sabia que somente o
pensamento muda as pessoas...
Extraído do livro: O amor que apaga a lua de Rubem Alves

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Here and now - O papagaio - By Ivania


Estou fazendo um curso de gerencimento de estresse e primeiros socorros psicológicos, nessa terça ouvi uma história de um dos participantes que me trouxe um aprendizado muito bom e como tudo que me ensina eu gosto de compartilhar aí vai:


Um neurologista brasileiro palestrante usava seu relógio virado (de ponta cabeça) e explicou para os ouvintes.

Certa vez foi visitar um amigo nos EUA e seu amigo tinha um papagaio de mais de 8 anos, quando entraram na casa o papagaio falou: "Here and now" e ficava repetindo "Here and now" o tempo todo como um bom papagaio. O neuro então perguntou ao amigo porque o papagaio ficava repetindo "Here and now", ele respondeu: "Eu ensinei a ele a falar e repetir para que ele me lembre o tempo todo que preciso viver "Aqui e agora" o passado ja foi o futuro traz ansiedade e o presente é freneticamente acelerado, entao cada vez que ele me fala "Here and now" me faz lembrar que preciso aproveitar este tempo pois é onde estou e posso desfrutar da maneira que escolher, escolho viver intensamente o "Here and now"!

O neuro entao foi embora e ficou com aquele aprendizado, viver o "Aqui e agora" e como nao tinha um papagaio para lembra-lo disso, ele decidiu virar o relógio de "ponta cabeça" assim cada vez durante o dia que olha para o relógio (centenas de vezes) ele lembra: "Here and now" e decide como quer viver este tempo.

Como eu gostei da história nao tenho papagaio e nao uso relógio eu escolhi a Ampulheta, que me lembra o tempo, quero ter ampulhetas de todos os tipos, chaveiros, quadros, imagens, brincos, figuras para onde for e olhar para ela eu tambem lembre: "Here and now", eu tambem escolho tentar viver o "Aqui e agora".



sábado, 6 de abril de 2013

Ele Ouviu O Meu Clamor | Pr. Olavo Feijó

Salmos 40:1 - "[Salmo de Davi para o músico-mor] Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o
meu clamor."

O Salmo 40 é toda uma oração de dependência do Senhor, no meio de calamidade emocional. O termo usado pelo salmista é
"meu clamor". "Esperei com paciência no Senhor e Ele se inclinou para mim e ouviu o meu clamor." (Salmo 40:1).

Clamor é um grito alto. De desespero. É uma abordagem muito mais intensa, quando temos a impressão de que o simples
pedido não funcionou. O salmista se descreve como jogado no meio de um lodaçal, um "tremedal de lama". Por isso, ele
clamou.

Por que não percebemos que o Senhor ouve o nosso clamor? Às vezes até dá a impressão de que Ele ouve o clamor de todo o
mundo. Menos o meu próprio e doloroso clamor! O salmista Davi confessa que, para sentir a atenção do Senhor, ele
precisou "esperar com paciência".

Quando a dor e a raiva é muita, a última coisa com que contamos é paciência. Só que não temos outra saída. Para que
percebamos que Ele ouviu nosso clamor, precisamos esperar com paciência. Nossa oração, portanto, é rogar por paciência.
Paciência com lágrimas, mas paciência. Paciência com revolta... mas paciência. Que o Senhor nos ajude a ter paciência. É
quando percebemos que Ele ouviu o nosso clamor.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

DESCUBRA SE VOCÊ PRECISA DE TERAPIA

Tão importante quanto qualquer forma de medicina, a psicoterapia também visa o seu mais profundo bem-estar, com uma série de técnicas para tratar da saúde mental e emocional. Os tratamentos ajudam os pacientes a compreender melhor o que os deixa ansiosos ou insatisfeitos, e também a aceitar seus pontos positivos e negativos. Quando você consegue identificar seus sentimentos e formas de pensar, fica mais fácil lidar com as situações adversas.

VOCÊ DEVERIA PROCURAR AJUDA SE...


• Preocupa-se o tempo todo com alguma coisa ou com tudo e não consegue achar uma resposta.

• Não consegue parar com os comportamentos ou pensamentos negativos.

• Tem constantes flashbacks de experiências traumáticas.

• Está se sentindo irritado (a) ou nervoso(a) por um longo período.

• Sente-se deprimido(a) ou ansioso(a) por mais de duas semanas.

• Os problemas ou pensamentos afetam seu sono ou habilidade de relaxar.

• Nota mudanças nos hábitos alimentares, consumo de álcool ou uso de drogas para tentar reduzir seus problemas.

• Sente falta de alguém para falar sobre seus problemas pessoais.

• Está passando por uma fase nova com a qual está sendo difícil de se adaptar, como a maternidade, mudança de emprego.

• Está insatisfeito (a) sexualmente.

Conteúdo WOMEN'S HEALTH

Fonte: https://www.facebook.com/orgone.psicologia

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